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Surreal McCoy [Reino Unido]

“Big Rory & Ochie The Dog”

LGO. DO CHIADO | R. GARRETT
7, 8 e 9 de Maio às 14h (Quarta, Quinta, Sexta)
10 de Maio às 18h (Sábado)

SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL
7 e 8 de Maio às 20h30 (Quarta, Quinta)

MARIA MATOS TEATRO MUNICIPAL
9 e 10 de Maio às 21h (Sexta e Sábado)

Autoria e performers: Mike Rowan, Rachel Rowan Público-alvo: Para todos

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Adivinhem quem está de volta! São duas personagens que já fazem parte da história do FIMFA!

Big Rory, um gigante escocês com quase três metros de altura e que toca gaita-de-foles, passeia com Ochie, o seu adorado cão, um rafeiro caprichoso e muito maroto... Ninguém consegue ficar indiferente à sua passagem e tudo pode acontecer!

A confusão instala-se, Ochie faz xixi nos candeeiros e sabe-se lá o que mais, com Big Rory numa perseguição nervosa tentando manter a ordem...

Um espectáculo deambulatório onde (de certeza absoluta!) todos irão rir às gargalhadas... A não perder!

“Não acreditem numa palavra que tenham ouvido sobre Big Rory e a sua equipa – eles são muito melhores! A apresentação mais profissional, hilariante e maravilhosa que já alguma vez tivemos. Adorados por todos, paralisaram a cidade (...).”
-Greystones Festival, Eire

“Encontrar Big Rory & Ochie e ainda Seagulls no programa de um festival (...) é um sonho que se torna realidade. Estes dois artistas de rua são dos mais divertidos e inteligentes que encontrei (...) São ímanes imediatos de multidões. Conseguem avaliar o público e seduzi-lo em minutos, a sua intuição é fantástica e possuem um sentido de timing que muitos cómicos adorariam ter (...) conseguem fazer esquecer as tristezas do mundo. Altamente recomendado. Num ranking de cinco estrelas, dava-lhes seis.”
-Jan Nary, Australian National Folk Festival

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BIO

Mike Rowan, ou Big Rory é, muito provavelmente, um dos melhores gigantes com andas. Actua há mais de 30 anos e é um dos mais experientes artistas nesta área. Com um número invejável de actuações, tem divertido milhões por seis continentes, trinta e cinco países e mais de cem cidades...
Em Abril de 1988 tornou-se na primeira pessoa a esquiar com andas, sendo também o primeiro a andar de andas sobre andas. Ao criar o protótipo Stiltz, as andas mais seguras alguma vez construídas, ganhou o John Logie Baird Award para "The most innovative product from an entrepreneur”.

Luís Hipólito [Portugal]

“Rio, rio, rio...”

SÃO LUIZ TEATRO MUNICIPAL - Sub-Palco
7 de Maio às 22h30 e 23h30 (Quarta) | 8 de Maio às 19h, 22h30 e 23h30 (Quinta)

Ideia, concepção e interpretação: Luís Hipólito Sonoplastia: Catarina Côdea Agradecimentos: Ana Rodrigues, Joana Luz, Rita Antunes, Leonor Hipólito, Kabé Co-produção: FIMFA Lx Técnica: Teatro de objectos Público-alvo: +12 Duração: 25 min. Idioma: Inglês Lotação Limitada

Luís Hipólito

“…rio pra não chorar
e pra quem não sabe sou Rio a cantar”

Com o tema: “Adeus Batucada”, Carmen Miranda despede-se de todos nós com um... até sempre. A diva, para sempre viva - nos filmes, músicas e nas marcas impressas em várias artes e artistas -, deixa órfãos os muitos objectos que animavam os seus exuberantes turbantes. Sem o frenesim das suas mãos que falam, sem o riso rasgado e o requebrar contagiante das suas ancas - frutas, plumas, flores, fitas e contas coloridas, vão ter de se fazer à estrada. O que acontece quando as luzes da ribalta se apagam?

Rio_Luís Hipólito3©Alípio Padilha

BIO

Jornalista e Actor in progress (nascido a 11 de Julho). Em 1995 licenciou-se em Engenharia Agronómica, na especialidade de estudos tropicais e subtropicais. Trabalha para televisão, como jornalista, há 14 anos, e faz teatro em “work in progress”, desde que tem memória. As paixões não se explicam! Trabalhou no cinema para Manuel de Oliveira com Catherine Deneuve, uma experiência de vida e para a vida. No teatro, com Lúcia Sigalho, à procura dos limites em “Sensurround”, da realidade dos outros em “Realidade Real”, e de tudo e nada em “Procura-se”. Fez locução, traduções e legendagem. Escreveu para o cartaz do Expresso, sobre teatro e dança, e assinou crónicas para as revistas Cosmopolitan e Gingko. Gosta de desafios e, mesmo sabendo que o óptimo é inimigo do bom, não deixa de tentar. “I haven’t been everywhere but it’s on my list” de Susan Sontag é a etiqueta que melhor explica o seu DNA. Em 2010, a convite da Tarumba, participa no workshop “O Actor face ao objecto”, dirigido por Agnès Limbos e, desde então, mantém colaboração regular com a companhia. No FIMFA Lx11 estreou “Oh! Please!” e, em 2012, esta pequena forma.

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A Tarumba [Portugal]

“Mironescópio: A Máquina do Amor”

TEATRO TABORDA
23 e 24 de Maio às 21h30 e 23h (Sexta e Sábado)

Direcção Artística e Construção: Luís Vieira, Rute Ribeiro Actores-Manipuladores: Carlos Alberto Oliveira, Catarina Côdea, Luís Hipólito, Luís Vieira, Raquel Monteiro, Rute Ribeiro Adaptação e Textos: Rute Ribeiro Desenho de Luz: Zé Rui Sonoplastia: Catarina Côdea Apoios e Parcerias: Câmara Municipal de Lisboa, EGEAC, Fundação Calouste Gulbenkian Fotografias: LV, Alípio Padilha Estrutura financiada por: Governo de Portugal | Secretário de Estado da Cultura - DGArtes Técnica: Objectos, sombras e figuras de papel Público-Alvo: +16 Duração: Aprox. 70 min. Idioma: Português, Inglês ou Francês Lotação limitada

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Um espectáculo de pequenas formas inspirado nos antigos Peep Shows e nas primeiras experiências cinematográficas realizadas no século XIX, com a utilização de aparelhos como o Cinetoscópio e o Mutoscópio. Um trabalho absolutamente experimental sobre o erotismo, com a utilização de objectos, sombras e figuras articuladas, e que tem tido lotações esgotadas em cada nova temporada, e que foi apresentado no programa IN do Festival Mondial des Théâtres de Marionnettes de Charleville-Mézières, em França, e no Festival of Wonder - Silkeborg Dukketeaterfestival, na Dinamarca.

Assim, é com imenso prazer que os grandes especialistas da arte erótica, Dr. Erotikone, Madame Gigi e Madame Mimi, entre outros convidados, trazem consigo os seus valiosos Mironescópios e montam o consultório no belíssimo Teatro Taborda.

Aqui não existem barreiras, o amor é livre! Venham descobrir o que aconteceu realmente no Paraíso… entre muitas outras surpresas! Vários Mironescópios estarão à vossa espera, no interior de cada um decorrem efeitos visuais, imagens em movimento e sombras… que irão criar emoções nunca antes sentidas.

Um espectáculo intimista, pedagógico, relaxante e… erótico, numa soirée yé-yé.
Traga o seu par e os seus amigos!

Venham espreitar um outro universo pelo buraco da fechadura…

"Na Arte, a imoralidade não pode existir. A Arte é sempre sagrada." - August Rodin.

“Sim, sim, os Doutores e as Madames, vêm desta forma realizar os desejos e pedidos do seu querido e amado público, que depois de ter esgotado todos os espectáculos de Fevereiro, exigiu uma nova temporada! Esta será a última oportunidade de serem atendidos no nosso consultório, uma vez que iremos depois viajar pela Europa de Leste, por países acabados em ‘eca’, ‘énia, ‘ia’... para espalhar o Amor e curar maleitas desconhecidas. Eternamente vosso, Dr. Erotikone.“

“(...) Excelente foi o espectáculo da companhia portuguesa A Tarumba, Mironescópio: A Máquina do Amor, inspirado nos antigos Peep Shows e nas primeiras experiências cinematográficas realizadas no século XIX. A reputação de Charleville-Mézières, onde era impossível conseguir bilhetes, não faltou à verdade. Acompanhadas pelo “especialista de arte erótica”, Dr. Erotikone, estavam as Madames Mimi, Gigi, entre outros (6 actores) e o público num ambiente intimista (...), com humor e formação de qualidade sobre este tópico, para além de histórias em caixas cinetoscópianas (...).”
-Doubrava Stanislav, Loutkár

“(…) Mironescópio é um divertimento concebido em torno de Peep Shows, caixas de reduzida dimensão para onde se espreita (…). Pequenas formas, breves narrativas, Mironescópio é um conjunto de fugazes olhares para antecâmaras do Prazer.”
-João Carneiro, Expresso - Caderno Actual.

“(…) Uma tentativa muito bem conseguida de abordar o teatro de marionetas numa relação intima, pessoal e quase carnal com o espectador (…). Para desenvolver a sua ideia, A Tarumba inventou aparelhos em forma de caixas escuras, com um orifício, por onde se pode espreitar, e que escondem mundos, personagens e histórias distintas, mas todas giram à volta do tema do erotismo. São os ‘mironescópios’, cada um deles servido e accionado por uma Madame ou por um Monsieur, e pelo qual apenas pode olhar um espectador de cada vez (…). O esquema é perfeito: mundos encerrados em caixas mágicas que uns anfitriões, meio mágicos, meio Madames, nos oferecem para que entremos neles através do olhar intimo e pessoal, sempre indiscreto, com absoluta liberdade para entender e imaginar o que quisermos. Excelente a variedade dos temas, a realização cheia de cor e de sensualidade de cada uma das cenografias, bem como das pequenas histórias inventadas (…) que em nenhum momento roçam a indelicadeza, mas mantêm um subtil equilíbrio entre a correcção refinada do ‘como se diz’ e a nua realidade de ‘o que se diz’ (…). Uma hora de imersão erótica em sucessivos mundos jocosos e refinados que nos tiram da banalidade urbana do dia-a-dia (...)."
- Toni Rumbau, Titeresante

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BIO

TARUMBA significa atarantar, estontear, atordoar, maravilhar... palavras que exprimem o sentimento geral da companhia em relação à arte das marionetas. A Tarumba – Teatro de Marionetas foi criada em 1993 por elementos ligados ao Teatro, Cinema, Escultura e à História de Arte, que tinham em comum o amor pela arte das marionetas e que pretendiam desenvolver um trabalho de grande qualidade técnica e artística, bem como trazer uma constante inovação ao Teatro de Marionetas em Portugal.
A companhia é também responsável pela programação e produção anual do Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas - FIMFA Lx, espaço de reflexão artística e laboratório multidisciplinar de referência, que recebeu o Prémio da Crítica de Teatro 2010 pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro.
Os directores artísticos da companhia, Luís Vieira e Rute Ribeiro, receberam recentemente o Prémio Personalidade 2013, inserido no Prémio Nacional Multimédia, atribuído pela APMP - Associação Multimédia, “pelo contributo e trabalho inovador e criativo na programação/organização do Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas - FIMFA Lx."
Desde 1993 foram encenadas peças como Dr. Faustus de C. Marlowe, Amor de D. Perlimplín com Belisa no seu Jardim de F. G. Lorca, A Tempestade de W. Shakespeare, Mahagonny de B. Brecht, entre outras. As qualidades técnicas e artísticas do projecto têm sido admiradas, não só em Portugal, mas também em países como Dinamarca, Espanha, França, Reino Unido, Argentina, Brasil, Índia, Paquistão ou Hungria. No World Festival of Puppet Art (Praga), a companhia obteve o Prémio de Melhor Dramaturgia, e a nomeação para o prémio de melhor manipulação.
A Tarumba realiza, desde a sua formação, ateliês experimentais em torno das artes da marioneta e das formas animadas, dirigidos especificamente a formadores, profissionais do espectáculo ou público infantil, destacando-se os workshops de Teatros de Papel realizados em Instituições como a Fundação Calouste Gulbenkian, o Centro de Pedagogia Infantil do Centro Cultural de Belém, e em diversas Escolas e Bibliotecas. Trabalho realizado em Portugal e internacionalmente.
O CAMa - Centro de Artes da Marioneta é o espaço de residência da companhia e um centro de desenvolvimento de projectos, onde se integra o Projecto Funicular, um programa de formação composto por workshops intensivos dirigidos a profissionais seleccionados em função do seu currículo e experiência. A inscrição é internacional e, devido à selecção, quer dos formadores, quer dos participantes, reúne diversas disciplinas artísticas, permitindo o encontro da marioneta com as outras artes. Desde 2010 foram organizados workshops de Stephen Mottram, Agnès Limbos, Nicole Mossoux, Jim Kroupa, Fabrizio Montecchi, entre outros.
Ao longo destes 21 anos de actividade, para além de toda a experiência adquirida, a Tarumba criou um acervo artístico importante. O seu espólio, constituído por marionetas da companhia, marionetas “históricas”, teatros de papel (originais do século XIX e princípios do século XX), livros sobre teatro, especialmente sobre teatro de marionetas, fotografias, programas e cartazes, está presente no CAMa.